sexta-feira, 8 de junho de 2007

As velhas mídias na nova era digital



Por Nadja Pereira.



A evolução das mídias tradicionais, está sendo cobrada pelos novos consumidores, tanto com relação a novos e melhores conteúdos, tanto por um maior espaço a interatividade. Está última bastante utilizada apenas como lida de um e-mail ou a participação de um espectador, quando o microfone lhe é dado. Hoje, quem está do outro lado, quer ter acesso a sua programação e além disso, participar efetivamente dela, dar a sua opinião, querer aquele ou outro apresentador, entretanto será que a grande mídia, está preparada para isso? Ou o surgimento das mídias alternativas já consolidadas, como a internet, se tornaram fortes concorrentes das empoeradas programações que insistem em taxar o público com unidade e sem consciência crítica?

A área de atuação está em expansão, sobretudo a mídia ligada a popularização da internet - podcasting, jornalismo on line, blogs, vídeos jornalísticos independentes- entretanto, o que se faz ainda na net é chamado de mídia alternativa, contra-pondo o que se vê nas grandes emissoras. Eu como uma exímia torcedora, acho que a coisa será mais equilibrada no futuro, as grandes corporações que dominavam, política e ideologicamente perderão mais público e serão mais contestadas.

Nós como estudantes de jornalismo, estamos vivendo uma nova era, aquela em que quaisquer um pode fundar um blog, ter um programa de rádio, um video clipe ou até mesmo um programa de tv no youtube . Cabe a nós, nos aproveitarmos disso, enquanto somos estudantes como VITRINE e depois quando contratados pelos grandes, chamem a atenção disso e olhem a revolução não como ameaça de audiência e sim uma tentativa de produzir novidade, intrigante, interessante e sem as amarras de um lobo mau que só viza os milhões no bolso.

A Televisão na internet: Um caminho sem volta



Telenet

TV Rock - Vídeos de bandas de rock

Videolog - Hospedagem de vídeos

Gospel TV - Música e culto evangélico on line

All TV - Emissora paulistana que quer convegir todas as mídias

TV Tudo - Voltada para o público GLBTS

TV Futuro Maior - Emissora através de Satélite e também pela internet


Mais??

No Digital drops, você confere diversos rádios digitais.

No www.techbits.com.br, você confere uma crítica de Alexandre Fugita sobre o FIZ TV.

O rádio por Sheiliane Silva

Apesar das mudanças apresentadas no rádio, mesmo assim, muitos ainda não perderam a cultura de ter ao lado “um velho radinho de pilha”. Seja para ouvir as notícias do futebol, as horas ou até mesmo uma boa música. O rádio estar nas páginas da internet, mas esse novo recurso ainda é para poucos, já que a grande maioria da população não possui computador. Ele apenas foi inserido no novo advento tecnológico-internet, o que de fato não diminui a sua importância como meio de comunicação. O rádio não é só entretenimento ele é a construção da cidadania. Que precisou acompanhar a evolução do mundo contemporâneo.


Equipe: Nadja Pereira, Sheiliane Silva e Zaira Bomfim.

Análise das comunidades virtuais


ANOREXIA

Por Sheiliane Silva.

O site http://www.psiqweb.med.br/anorexia.html como já mostra o endereço trata apenas sobre anorexia, lá tem informações de todo tipo de anorexia. Além de trazer fotos das vítimas da doença. Perfeito para quem não conhece o assunto. A revista feminina “tpm” traz na edição de maio, editorial que aborda sobre a criação do “Dia Mundial sem dieta”. Dar todo um enfoque sobre os cuidados que as mulheres devem ter ao iniciar uma dieta para não provocar nenhum distúrbio alimentar. O texto também aborda o depoimento de jovens vítimas do padrão de beleza implantado pela sociedade, a exemplo das modelos. Já a revista Bolsa de Mulher faz uma abordagem sobre ortonorexia nervosa – é um distúrbio alimentar ainda pouco conhecido, adotado pelas pessoas adeptas pela alimentação “natureba”.

A página on-line apcd.org.br, mostra a imagens de modelos vítimas da anorexia e o drama dessas garotas na luta do padrão de beleza, o texto leva o conhecimento do que é anorexia, doença associada ao mundo da moda. Acompanhe abordagem do texto: “O mundo se acostumou a ver mulheres magérrimas desfilando pelas passarelas, aparecendo na televisão e ditando os padrões de beleza. Para se adequar a esse estereótipo muitas mulheres chegam a cometer verdadeiros absurdos em busca de um corpo magro, sem qualquer sinal de gordura ou flacidez.”(apcd).
Um outro esclarecimento feito pelo site é a diferença entre anorexia e bulemia. “Embora as duas doenças sejam muito parecidas, a pessoa desenvolve uma de cada vez. "A genética parece ser diferente, o tratamento é totalmente diferente os aspectos orgânicos biológicos são diferentes", relata Táki Cordás. Segundo ele, 30% das anoréxicas podem virar bulímicas no futuro. E, de cem bulímicas, mais ou menos umas vinte tiveram anorexia no passado. "A bulimia é muito mais freqüente que a anorexia. Se fala de anorexia em 1% das adolescentes e das mulheres jovens. Bulimia se fala em 5 a 10% das mulheres. Se você falar em mulheres que vomitam de vez em quando, usa laxante de vez em quando, esse número pode chegar a 15%."(apcd).
O jornal Globo on-line de 25/01/2007 traz a seguinte manchete: “Sites de apologia à anorexia contribuem para distúrbios alimentares entre os jovens”. O texto fala de uma pesquisa desenvolvida pela psicóloga Ana Helena Rotta Soares que se baseou em 120 sites de relacionamentos do orkut, além de 50 webloggs, gerados com o propósito de estabelecer uma rede de suporte para jovens que se identificam com a pró-ana (pró-anorexia) e pró-mia (pró- bulemia). Segundo a pesquisa, 67% dos membros desses ciberespaço são jovens entre 13 e 17 anos de idade e 5% deles são menores de 14. A matéria tentar esclarecer o perigo que circunda a sociedade, mostra que os pais devem ficar em alerta com a internet, já que a mesma tem grande poder de influência sobre esses jovens.

A comunidade EMEDIX traz os seguintes links: conheça a doença, o que dizem as pesquisas. A comunidade é de caráter informativo, os textos trazem informações sobre os riscos causados pela doença. Os participantes da comunidade são médicos e pesquisadores. Já a comunidade de antropologia traz a participação do público jovem, com depoimentos de estudantes universitários, alguns relatos falam de colegas que já foram vítimas da doença. O blogger da garota Cyst Porto, fala da experiência que sofreu ao ficar oito dias sem comer na tentativa de emagrecer, hoje, ela faz uma alerta sobre o perigo da bulemia, anorexia. Ela também aborda sobre o novo modismo de adolescentes que trocam receitas para emagrecer nas comunidades virtuais, e os classificam na seguinte faixa etária, 13 a 16 anos.


Equipe: Nadja Pereira, Zaira Bomfim e Sheiliane Silva.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Mobilidade - Celular

Telefone Móvel Celular: Verdadeiro Produto de Convergência Digital

De acordo com o Dicionário a mobilidade é a qualidade de tudo aquilo que se pode mover. Mas na prática esse conceito vai além: ela é um dos traços mais marcantes das sociedades contemporâneas, que envolve pessoas, objetos, serviços, informações, imagens, etc. E o Telefone Móvel Celular é o melhor exemplo disso.

A convergência digital abrange três ferramentas: dados, áudio e vídeo. Estes três componentes básicos em formato digital e combinados entre si estão criando aparelhos de tecnologia extremamente desenvolvida.

O celular é um verdadeiro produto de convergência digital com funções avançadas de multimídia. Atualmente podemos encontrar em um telefone celular acesso à internet, TV, rádio, vídeos, música (MP3), câmera fotográfica digital, infravermelho, Bluetooth, GPS, agenda de contatos e compromissos, calculadora, etc.

O mais interessante é que a história desta tecnologia é muito recente. A primeira ligação pública realizada de um aparelho celular, por exemplo, foi em 03 de abril de 1973 pelo pesquisador da Motorola Martin Cooper. Desde então, o telefone móvel celular vem ganhando cada vez mais espaço e certamente será a tecnologia do futuro.






Por Elena Martinez, Maria Emília Oliveira e Salomão




terça-feira, 5 de junho de 2007

Onde jornalismo on line termina, começa o webjornalismo

Com a evolução tecnológica, os veículos de comunicação passaram a utilizar os recursos da internet, como o uso do hipertexto, para poder continuar conquistando leitores e mantendo os antigos.
Maria Ángeles, no seu texto “Convivência de la prensa escrita y la prensa on line en su transicón hacia el modelo de comunicación multimedia”, diz que a maioria dos veículos de comunicação já usam a internet.
Visto que uma das diferenças do jornalismo impresso para o online é a possibilidade do aproveitamento dos recursos que proporcionam as interatividades e multimidialidades, as “empresas” midiaticas estão procurando mais o meio de comunicação web. Logo, para ser compreendido o que é webjornalismo é necessário conceituar jornalismo on-line e webjornalismo.
João Canavilhas em seu artigo, “Do jornalismo on-line ao webjornalismo: formação para a mudança”, transcreve que o jornalismo on-line, “trata-se de uma simples transposição do modelo existente no seu ambiente tradicional para um novo suporte”.
Na metade da década de 90, algumas características exclusivas da internet passaram a ser usadas com freqüência nos sites. Além dos textos e da hipertextualidade, as matérias passaram a ser editadas com complementos como áudio e vídeo e passaram a ser mais curtas, daí surgiu um novo modelo, o webjornalismo.
CARACTERÍSTICAS
Entre as principais características do webjornalismo estão à;
Interatividade
Hipertextualidade
Multimidialidade
Memória
• Personalização
De posse de um laptop, um telefone celular e uma máquina fotográfica digital, o jornalista se torna uma "redação ambulante". Durante a cobertura de shows, ocorrências policiais e, até mesmo, de guerras, o jornalista pode editar sua matéria e disponibilizá-la no site de notícias. É o que afirma os escritores e jornalistas conceituados ao falarem de jornalismo On line ou Webjornalismo.

Saiba mais
BARBOSA, Suzana [2004] Identificando Remediações e Rupturas no Uso de Bancos de Dados no Jornalismo Digital em http://webjornalismo.com/sections.php?op=viewarticle&artid=96, consultado em 25 de Maio de 2005CANAVILHAS, João [2003] Webjornalismo: Novo Media, Nova Linguagem. Em http://www.webjornalismo.com/sections.php?op=viewarticle&artid=6, consultado em 12 de Maio de 2005
MIELNICZUK, Luciana [2001] Características e implicações do jornalismo na Web. Em http://www.webjornalismo.com/sections.php?op=viewarticle&artid=22, consultado em 16 de Maio de 2005
A Internet e a Imprensa em Portugal - Estudo da Vector XXI http://www.vector21.com/pd/estudosmercado/ consultado em 8 de Setembro de 2004




Claudia Caciquinho, Gisele Assis & Luane de Jesus

ANOREXIA NERVOSA


ANOREXIA


Por Zaira Bomfim.

A anorexia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado por uma rígida e insuficiente dieta alimentar (caracterizando em baixo peso corporal) e estresse físico. A anorexia nervosa é uma doença complexa, envolvendo componentes psicológicos, fisiológicos e sociedade. Uma pessoa com anorexia nervosa é chamada de anoréxica. Uma pessoa anoréxica pode ser também bulímica. Diversos fatores favorecem o aparecimento da doença: predisposição genética, o conceito atual de moda que determina a magreza absoluta como símbolo de beleza e elegância, a pressão da família e do grupo social e a existência de alterações neuroquímicas cerebrais, especialmente nas concentrações de serotonina e noradrenalina. Inicialmente, a paciente com anorexia expressa uma preocupação excessiva com o peso corporal e começa a se interessar por dietas, sempre observando o número de calorias de cada alimento.

Progressivamente, o regime vai se tornando mais radical e alimentos começam a ser abolido totalmente do cardápio. Visivelmente mais magra, a paciente só come alimentos light e diet e começa a usar roupas largas. O jejum também é freqüente, e, muitas vezes, até líquidos são evitados. As anoréxicas costumam esconder alimentos, comem lentamente e cortam a comida em pequenos pedaços. Elas também mastigam, sugam a parte líquida da comida e cospem o sólido. Nessa fase, é muito freqüente a prática da bulimia (provocar o vômito ou ingerir laxantes e diuréticos para eliminar o que foi ingerido).

Em uma fase adiantada da doença, o ciclo menstrual da paciente é interrompido, ela apresenta a pele seca e amarelada, cabelos finos e quebradiços e o organismo começa a ficar muito debilitado. O tratamento contra a anorexia deve ser feito com ajuda de um psiquiatra e um terapeuta. Na maioria dos casos, a paciente precisa tomar remédios específicos, indicados para depressão.

O tratamento é considerado bastante difícil, já que a pessoa não reconhece que tem o problema, e a paciente pode apresentar várias recaídas, até conseguir superar o problema.


http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=224&sec=94


Equipe: Nadja Pereira, Zaira Bomfim e Sheiliane Silva

Podcast - Uma Nova Tecnologia

Definição & Vantagens:

Podcast é um programa de rádio que você escuta quando quiser. E assim que sai um episódio novo, todos os "ouvintes" ficam sabendo. Sua maior vantagem é ouvir as músicas do seu tempo e estilo, sem intervalos comerciais e na hora que desejar. É muito simples de gravar um, não existem custos para produzir um programa nesse estilo, e além disso nos podcasts são encontrados muitos materiais interessantes, que não se acha em rádios comerciais. Os programas não se limitam somente a músicas, existem programas de notícias, além de produções sobre tecnologia, saúde e humor.


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Impactos & Razões:

O jornalismo está fazendo uso do podcast através de algumas rádios comerciais que já estão se adequando ao futuro e disponibilizando os seus programas também nesse novo formato. As razões para o uso desta ferramenta se dão pelo baixo custo, que está relacionado somente a hospedagem na web e a produção do programa que já deve estar finalizado para ser realizada a postagem. O ex-diretor da Rádio Brasil 2000, Roberto Miller Maia, e um dos sócios da Agência Pode! que cria podcasts empresariais, afirma ser o podcast uma mídia nova e democrática. Com menos de dois anos de vida a rádio da internet virou o termo da moda no mundo tecnológico e chamando a atenção de empresas e publicitários.



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Alguns Exemplos de Podcasts:

Alguém Precisa Falar - Programa engraçado, informal e algumas vezes informativo.

Escriba Café - Lembra as rádios novelas de antigamente.

Impressões Digitais - Feito por Sérgio Vieira. Fala sobre o mundo, comportamento, cultura e arte, discute o cotidiano, e os fatos que estão acontecendo, além de tocar algumas músicas.

Web 2.0

A Web 2.0 é um termo criado para descrever a segunda geraçao da World Wide Web. Essa nova versão da web reforça um novo conceito de trocas de inforçoes e colaboraçoes do internautas com sites e serviços virtuais. Dentro desse contexto se encaixa a Wikipédia, onde os internautas contribuem com as informações que são editadas e disponibilizadas. Nesta definição se incluem o Windows Live, esta página da Microsoft, ainda em versão de testes, integra ferramenta de busca, de e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros. Muitos consideram essa nova versão da web como um golpe de marketingComo o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polemicas a parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos. A web 2.0 também possuem alguns elementos como: AdSense, Ajax, Blogs, Mash-ups, RSS, Tagging e Wikis.

Juan Berino

segunda-feira, 4 de junho de 2007



Musica Digital


A historia da música da eletrônica tem início com o surgimento de dois tipos de arquivos de musical digital são eles o Wave e o Midi. Estes arquivos, entretanto, possuíam problemas como o baixa qualidade e tamanho em disco muito grande, para solucionar estes problemas estudiosos e cientistas resolveram unir as características do modelo Wave e do Midi criando desta forma arquivos mas compactos e de boa qualidades (MOD/S3M/XM).Com a evolução da música analógica em musica digital através do CD e o surgimento de computadores com mecanismo de gravação deste material, o mercado promissor de venda de disco virou alvo fácil para a pirataria.Como surgimento do MP3 arquivo de musical digital, de alta qualidade e pequeno tamanho físico, a falsificação e venda de produtos músicas pela rede se tornou mais rápida e freqüente na rede.

Novas Tecnologias - MP3

A disseminação da música na rede a partir da MP3

O acesso à música digital como conhecemos hoje, em arquivos compactos que permitem serem baixados no computador ou aparelhos móveis, tornou-se uma prática cotidiana graças à descoberta do formato MP3, que permite transferências rápidas e, na maioria das vezes, sem custos. O processo vem trazendo impacto para a comercialização tradicional da música, feita através das gravadoras, um rompimento que pode ser entendido como a queda da Indústria Cultural (Adorno e Horkheimer-1947), formada por oligopólios detentores do poder de mercantilização da cultura. Tirando proveito disso, artistas com trabalhos alternativos ou pouco conhecidos têm a oportunidade de se lançar para além de seu território a partir da Internet. Resumindo, promove independência para quem produz arte e para quem a consome. No entanto, é preciso lembrar que as novas tecnologias trazem à tona a questão dos direitos autorais. Na terra-sem-lei que é a Internet fica difícil preservar a autoria das obras, que freqüentemente são modificadas e podem ter seus créditos assumidos por outra pessoa.

Luciana Zacarias & Wilde Barreto

Web 2.0 - Lugana & Iana

O termo Web 2.0 veio para marcar o começo de uma nova era no ciberespaço. Alguns acreditam que fazer esta divisão não tinha tanta importância, principalmente porque funcionou como um golpe de marketing e anos antes não houve um marco para definir o início da navegação na Internet. Embora o fato histórico da segunda geração ainda esteja em processo de estruturação, além de existirem diversos conceitos sobre o mesmo, a sua melhor descrição é World Wide Web, que consiste em troca de informações e colaboração de internautas sites e servidores virtuais.
Quem deu origem ao nome foi o presidente de uma editora que organizou uma conferência onde ele comparava os procedimentos e instrumentos da Internet “antiga” com seus semelhantes dentro da última atualização feita na Web, Tim O’Reily.
Podemos ver a explicação para algumas das palavras mais usadas no vocabulário do mundo virtual “2.0” no jornal Folha Online do estado de São Paulo, www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml.
Bons modelos que permitem a participação dos usuários são www.gmail.com, FlickR, que possibilita ao navegador rotular e explanar o que já foi postado, www.youtube.com e Wikipedia, local conduzido pelo jovens que entendem a respeito de determinado assunto e se encontram neste lugar a fim de pesquisar sobre tantos outros.
Importante não confundir a Web 2.0 com a tão discutida e pouco explorada Internet 2. Uma rede bem mais rápida que faz a conexão entre instituições acadêmicas e governamentais, tendo como função primordial substituir esta atual infra-estrutura.
Outro ponto que precisamos observar com atenção é a cooperação dos próprios serviços, os chamados mash-ups, criados pelo ajuste de dois distintos aplicativos dentro da Internet. Por exemplo, um site que mistura mapas on-line com um serviço de anúncios onde são apresentados imóveis em uma espécie de recurso unificado para a localização das casas que estão à venda, como a porta de entrada para um blog pessoal.