O termo Web 2.0 veio para marcar o começo de uma nova era no ciberespaço. Alguns acreditam que fazer esta divisão não tinha tanta importância, principalmente porque funcionou como um golpe de marketing e anos antes não houve um marco para definir o início da navegação na Internet. Embora o fato histórico da segunda geração ainda esteja em processo de estruturação, além de existirem diversos conceitos sobre o mesmo, a sua melhor descrição é World Wide Web, que consiste em troca de informações e colaboração de internautas sites e servidores virtuais.
Quem deu origem ao nome foi o presidente de uma editora que organizou uma conferência onde ele comparava os procedimentos e instrumentos da Internet “antiga” com seus semelhantes dentro da última atualização feita na Web, Tim O’Reily.
Podemos ver a explicação para algumas das palavras mais usadas no vocabulário do mundo virtual “2.0” no jornal Folha Online do estado de São Paulo, www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml.
Bons modelos que permitem a participação dos usuários são www.gmail.com, FlickR, que possibilita ao navegador rotular e explanar o que já foi postado, www.youtube.com e Wikipedia, local conduzido pelo jovens que entendem a respeito de determinado assunto e se encontram neste lugar a fim de pesquisar sobre tantos outros.
Importante não confundir a Web 2.0 com a tão discutida e pouco explorada Internet 2. Uma rede bem mais rápida que faz a conexão entre instituições acadêmicas e governamentais, tendo como função primordial substituir esta atual infra-estrutura.
Outro ponto que precisamos observar com atenção é a cooperação dos próprios serviços, os chamados mash-ups, criados pelo ajuste de dois distintos aplicativos dentro da Internet. Por exemplo, um site que mistura mapas on-line com um serviço de anúncios onde são apresentados imóveis em uma espécie de recurso unificado para a localização das casas que estão à venda, como a porta de entrada para um blog pessoal.
Quem deu origem ao nome foi o presidente de uma editora que organizou uma conferência onde ele comparava os procedimentos e instrumentos da Internet “antiga” com seus semelhantes dentro da última atualização feita na Web, Tim O’Reily.
Podemos ver a explicação para algumas das palavras mais usadas no vocabulário do mundo virtual “2.0” no jornal Folha Online do estado de São Paulo, www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml.
Bons modelos que permitem a participação dos usuários são www.gmail.com, FlickR, que possibilita ao navegador rotular e explanar o que já foi postado, www.youtube.com e Wikipedia, local conduzido pelo jovens que entendem a respeito de determinado assunto e se encontram neste lugar a fim de pesquisar sobre tantos outros.
Importante não confundir a Web 2.0 com a tão discutida e pouco explorada Internet 2. Uma rede bem mais rápida que faz a conexão entre instituições acadêmicas e governamentais, tendo como função primordial substituir esta atual infra-estrutura.
Outro ponto que precisamos observar com atenção é a cooperação dos próprios serviços, os chamados mash-ups, criados pelo ajuste de dois distintos aplicativos dentro da Internet. Por exemplo, um site que mistura mapas on-line com um serviço de anúncios onde são apresentados imóveis em uma espécie de recurso unificado para a localização das casas que estão à venda, como a porta de entrada para um blog pessoal.
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